sexta-feira, dezembro 18, 2015

UMA MANJEDOURA, NÃO UM PALÁCIO

 “E ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura...”
Lc 2.7

O nascimento de Jesus, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores quebrou os paradigmas humanos. Sendo ele Deus, se fez homem. Sendo Senhor soberano do universo, se fez servo. Sendo transcendente tornou-se um bebê enfaixado em panos. Sendo dono do universo se fez pobre. O Filho de Deus nasceu não num palácio, mas numa manjedoura. O reino que veio trazer coloca a pirâmide de cabeça para baixo. Ser grande é ser humilde. 
O maior de todos é o servo de todos.

Aquele que teve glória infinita com o Pai antes dos tempos eternos e é adorado por querubins e serafins, nasce numa família humilde e não teve sequer um lugar onde reclinar a cabeça. Nasceu numa estrebaria, cresceu numa carpintaria e morreu numa cruz. Ao entrar em Jerusalém montou um jumentinho emprestado. Ao reunir-se com os discípulos para a páscoa, usou uma sala emprestada. Ao ser sepultado precisou de um túmulo emprestado.

Ele, sendo rico se fez pobre para que, pela sua pobreza, nos tornássemos ricos. Jesus exaltou os humildes e fez despencar das alturas os soberbos. Ele derrubou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. O símbolo de sua realeza não foi uma coroa, mas uma toalha e uma bacia. Oh, que bela história é a história do Natal!

Referência para leitura: João 1.29-31

Fonte: Cada Dia

terça-feira, dezembro 15, 2015

UM CÂNTICO DE DESPEDIDA

“Simeão... disse: Agora, Senhor, podes despedir o teu servo... porque os meus olhos já viram a tua salvação..” 
Lc 2.29,30

Simeão era um homem justo e piedoso. Esperava a chegada do Messias, a consolação de Israel. O Espírito Santo revelou a ele que não morreria antes de ver o Cristo de Deus. Movido pelo Espírito Santo, foi ao templo no dia em que José e Maria levaram o menino Jesus para cumprirem as exigências da lei. Simeão, então, tomou Jesus em seus braços e louvou a Deus, dizendo que agora estava pronto para morrer, pois já havia visto a salvação preparada por Deus diante de todos os povos.

Simeão compreendeu que Jesus veio para trazer luz para os gentios e glória ao povo de Israel. José e Maria ficaram admirados com suas palavras. Simeão deixou claro que Jesus estava destinado tanto para a ruína como para levantamento de muitos em Israel e seria alvo de contradição. Ninguém pode ser neutro em relação a Jesus. Aqueles que o recebem são levantados; os que o rejeitam são expostos à ruína.

A humanidade não está dividida entre ricos e pobres, cultos e ignorantes, mas entre os que recebem a Jesus e têm nele a vida eterna e os que o rejeitam e são entregues à ruína eterna. Maria se alegrou em Deus no nascimento de Jesus, mas sua alma foi traspassada pela espada em sua morte, pois o mesmo Jesus que foi colocado numa estrebaria em Belém, seria pregado em uma cruz em Jerusalém!

Referência para leitura: Lucas 2.25-35 

Fonte: Cada Dia